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Saiu O GLOBO

Santa Mônica Centro Educacional fatura seis das oito categorias do judô

por Santa Mônica Centro Educacional no dia 13 de novembro, 2017

Com seis títulos nas oito categorias do judô, o Santa Mônica Centro Educacional, inscrito por Cascadura, foi o melhor dos tatames no Intercolegial 35 anos. A escola venceu todas as disputas federadas da modalidade, em competição realizada no ginásio do Jequiá Iate Clube, na Ilha do Governador. O GEO Juan Samaranch, de Santa Teresa, com dois primeiros lugares, obteve o segundo melhor desempenho.

A façanha do Santa Mônica Centro Educacional (SMCE) se torna ainda mais impactante diante dos números do judô, que reuniu 750 atletas de 58 escolas durante um dia inteiro de lutas. Os títulos federados nas categorias livre masculino e feminino, jovem masculino e feminino, e por equipe masculino e feminino renderam pontos importantíssimos na luta pelo primeiro lugar geral da maior competição entre estudantes do Brasil.

Entre os não federados, o GEO Samaranch não deu chances e faturou as duas categorias. Campeã jovem tanto entre as meninas, como entre os meninos, a escola também obteve resultados importantes na briga pelas primeiras posições na classificação geral do Intercolegial 35 anos.

O Virginia Patrick, de Higienópolis, foi a grande surpresa do judô, com dois vice-campeonatos (livre federada masculina e feminina) e um terceiro lugar feminino na disputa por equipe. O Sistema Elite de Ensino, da Tijuca, com um vice-campeonato feminino por equipe e dois terceiros lugares, nas categorias livre federada feminina e masculina, também fez bonito.

O judoca Guilherme Sampaio foi fundamental para o vice-campeonato livre federado do Virginia Patrick. Medalha de ouro na categoria até 66 kg, o jovem de 16 anos já lutou pela seleção brasileira no sul-americano sub-15 e foi segundo lugar no Brasileiro de judô. Muito feliz com a vitória, ele comentou seu desempenho dourado no Intercolegial.

— A final foi mais difícil, estava cansado das primeiras lutas, principalmente da última que foi até o golden score. Saí da semifinal já recuperando o fôlego porque sabia que tinha pouco tempo para descansar e precisaria dar tudo para poder ganhar, mas conseguir fazer uma boa luta — conta Guilherme.



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